Márcio Luiz Figueiredo Balthazar
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Márcio Balthazar é neurologista na Unicamp.
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19 fevereiro, 2012

A memória é uma das funções cognitivas mais complexas que a natureza produziu. Está ligada ao aprendizado de novas informações e tem profunda relação com a nossa identidade. Somos quem somos porque aprendemos e lembramos (DALMAZ & NETTO, 2004).

É fato, contudo, que a memória não se mantém a mesma ao longo da vida de um ser. O natural é que a memória comece a “decair”. O envelhecimento por si só já é causa para a diminuição dessa capacidade cognitiva. Em casos mais graves, em que a perda de memória é muito significativa, é possível que esse fato esteja aliado a alguma doença. Podem-se mencionar a doença de Alzheimer, as demências e a amnésia.

O reverso da moeda é que existem métodos que auxiliam a combater o processo de perda de memória. Desde a Antiguidade já são conhecidas técnicas que treinam o cérebro para a memorização de informações. Se os músculos precisam de exercícios para se desenvolverem, o cérebro precisa de treino para que o potencial de memória seja atingido. Dentre as técnicas mais famosas estão os castelos mentais e mapas mentais.

 

Conteúdo e reportagem: José Ricardo Manini, Mayra Matuck Sarak, Paula Pereira e Patrícia Tambourgi.
VIA: CINAPCE

Créditos adicionais:
Algumas cenas foram extraídas via You Tube: 
– Trailler do filme: “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”
– Trailler da animação “Ratatouille”
– Aula de mecanismos da memória, do Prof. Joaquim Fuster.